Time and distance:
Time: 02h34 including 02h13 on motorways
Distance: 260km including 237km on motorways

As Berlengas acabam por ser, para muitos, mais um local de “peregrinação” na época balnear, enquanto para outros é uma lição ambiental. O arquipélago das Berlengas é constituído por três grupos de ilhéus, nos quais se podem apreciar as suas características faunísticas e florísticas únicas. Sendo, por isto mesmo, considerado Reserva Natural, desde 3 de Setembro de 1981 e reconhecido internacionalmente, através do estatuto de Reserva Biogenética do Conselho da Europa.

No bairro de pescadores, na encosta sobranceira ao porto, podem-se obter esclarecimentos e enorme utilidade, junto dos guardas e vigilantes da natureza, para a realização do trilho pedestre. Este trilho, com aproximadamente 2 km, permite admirar toda a beleza do arquipélago.
Subindo o bairro em direcção ao outro extremo da ilha pode-se observar uma cobertura vegetal nossa conhecida através das costas do continente, trata-se do Chorão, espécie exótica, introduzida na ilha na década de 40. Nos espaços deixados por esta planta podem-se encontrar inúmeras Gaivotas-argênteas.
Toda a ilha está recoberta por ninhos de gaivotas, sendo mesmo, considerados uma verdadeira praga.
Nas proximidades do pesqueiro do Capitão, a paisagem torna-se mais agreste, de rocha nua, onde as lagartixas endémicas da Berlenga se aquecem ao sol.
Este istmo de terra, resultado do estrangulamento provocado pelo Carreiro dos Cações e pelo Carreiro do Mosteiro, permite a ligação da ilha Velha à denominada ilha da Berlenga.
Após uma subida ao Carreiro do Mosteiro avista-se o farol de onde se tem uma vista fantástica sobre o Bairro dos Pescadores, o porto, e no horizonte, o Cabo Carvoeiro e a praia da Consolação.
O farol está na zona mais elevada da ilha, localizada já na zona de reserva natural integral.
Na zona da cisterna pode-se desfrutar da esplêndida vista proporcionada pelo forte de S. João Baptista.
Para quem escolher passar a noite na ilha, a acampar, poderá observar, ao entardecer, o regresso das Cagarras e das Gaivotas-argênteas. Embora durante a noite, o barulho que fazem é ensurdecedor.

Quem visitar a Berlenga, não pode deixar de ir às suas grutas, resultantes da acção erosiva do mar sobre o granito. Descendo a longa escadaria, que vai dar à zona de campismo até à praia do Carreiro do Mosteiro, chega-se a um cais onde é possível surpreender alguns Corvos-marinhos-de-crista a pescar. Aí, tem-se sempre pequenas embarcações que fazem viagens de meia hora, pelos rochedos, ilhéus e grutas da parte sul da ilha.
O cair da tarde anuncia, então, a hora da partida, confirmada pela chegada à ilha do “Cabo Avelar Pessoa”, ostentando o seu Airo, símbolo deste maravilhoso lugar que merece, sem dúvida, ser visitado e respeitado.
As Berlengas acabam por ser, para muitos, mais um local de “peregrinação” na época balnear, enquanto para outros é uma lição ambiental. O arquipélago das Berlengas é constituído por três grupos de ilhéus, nos quais se podem apreciar as suas características faunísticas e florísticas únicas. Sendo, por isto mesmo, considerado Reserva Natural, desde 3 de Setembro de 1981 e reconhecido internacionalmente, através do estatuto de Reserva Biogenética do Conselho da Europa.
No bairro de pescadores, na encosta sobranceira ao porto, podem-se obter esclarecimentos e enorme utilidade, junto dos guardas e vigilantes da natureza, para a realização do trilho pedestre. Este trilho, com aproximadamente 2 km, permite admirar toda a beleza do arquipélago.
Subindo o bairro em direcção ao outro extremo da ilha pode-se observar uma cobertura vegetal nossa conhecida através das costas do continente, trata-se do Chorão, espécie exótica, introduzida na ilha na década de 40. Nos espaços deixados por esta planta podem-se encontrar inúmeras Gaivotas-argênteas.
Toda a ilha está recoberta por ninhos de gaivotas, sendo mesmo, considerados uma verdadeira praga.
Nas proximidades do pesqueiro do Capitão, a paisagem torna-se mais agreste, de rocha nua, onde as lagartixas endémicas da Berlenga se aquecem ao sol.
Este istmo de terra, resultado do estrangulamento provocado pelo Carreiro dos Cações e pelo Carreiro do Mosteiro, permite a ligação da ilha Velha à denominada ilha da Berlenga.
Após uma subida ao Carreiro do Mosteiro avista-se o farol de onde se tem uma vista fantástica sobre o Bairro dos Pescadores, o porto, e no horizonte, o Cabo Carvoeiro e a praia da Consolação.
O farol está na zona mais elevada da ilha, localizada já na zona de reserva natural integral.
Na zona da cisterna pode-se desfrutar da esplêndida vista proporcionada pelo forte de S. João Baptista.
Para quem escolher passar a noite na ilha, a acampar, poderá observar, ao entardecer, o regresso das Cagarras e das Gaivotas-argênteas. Embora durante a noite, o barulho que fazem é ensurdecedor.
Quem visitar a Berlenga, não pode deixar de ir às suas grutas, resultantes da acção erosiva do mar sobre o granito. Descendo a longa escadaria, que vai dar à zona de campismo até à praia do Carreiro do Mosteiro, chega-se a um cais onde é possível surpreender alguns Corvos-marinhos-de-crista a pescar. Aí, tem-se sempre pequenas embarcações que fazem viagens de meia hora, pelos rochedos, ilhéus e grutas da parte sul da ilha.

O cair da tarde anuncia, então, a hora da partida, confirmada pela chegada à ilha do “Cabo Avelar Pessoa”, ostentando o seu Airo, símbolo deste maravilhoso lugar que merece, sem dúvida, ser visitado e respeitado.
Citação de atelier.hannover2000.mct.pt: :::::::::::::::::::::::::::
Mergulho:
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