Skip navigation

Laminárias e Mexilhão, ajudam a reduzir factores poluentes

Á cerca de 6 anos atrás numa conferência da WAS (World Aquaculture Society), foi lançada a possibilidade da designada AQUACULTURA MULTI-TRÓFICA (IMTA).

Esta ideia inovadora e considerada como “estranha”, é agora considerada como uma prioridade.

Existia já a designada “POLICULTURA”, i.e., sistemas de aquacultura que incluir por exemplo várias espécies de peixes no mesmo enquadramento.

A diferença da Policultura para a Multi-trófica, é o facto de que, na primeira as espécies partilhavam os mesmos processos biológicos e químicos o que poderia levar a mudanças siginficativas no ecossistema.

Com a Aquacultura M-T, existe a combinação de organismos que extraem os nutrientes inorgânicos (Laminárias, e não só) ou materia inorgânica particulada. Neste caso, entram em campo animais filtradores como os mexilhões.

A escolha das espécies que é integrado num sistema IMTA(IMTA:ver acima), é importante na medida em que deverão ter o seu enquadramento no ecossistema de forma a manter o ciclo funcional.

As laminárias e outras algas, são importates pelo seu papel de biofiltro ambiental.

Para além disso, estão a ser estudadas mais espécies para serem enquadradas nestes ecossitemas, cada um com o seu papel na cadeia trófica de forma a minimizar o impacto da a aquacultura no meio natural.

No entanto para a IMTA se desenvolver numa escala comercial é necessária a aplicação de medidas políticas e legislativas que beneficiem este tipo de exploração, “environmental friendly”.

A produção de Laminárias e mexilhão, quando cultivadas na proximidade de culturas de salmão aumentam por 46 a 50%.
A FDA (Food & Drug Administration), bem como a Directiva Comunitária consideraram os limites para metais pesados, arsénico, PCB´s e Pesticidas consideram as IMTA são modelos bio-económicos que ajudam a diminuir o riscos de biocontaminação.

Fonte:www.northernaquaculture.com

kelp forestMussels and kelp are being grown alongside salmon pens in Canada’s Bay of Fundy in an attempt to reduce the level of pollution caused by net-pen aquaculture. The technique, known as integrated multitrophic aquaculture (IMTA), is being put into practice by Cooke Aquaculture and scientists from the University of New Brunswick and Canada’s Department of Fisheries and Oceans.

Net-pen farming can lead to pollution of coastal waters as organic waste and nutrients seep from pens into the surrounding environment. Sediment, including fish excrement and uneaten food, can settle on the seabed and smother vulnerable habitats. High levels of dissolved nutrients in the water surrounding fish pens can promote the growth of nuisance species, including algae harmful to humans and other animals.

IMTA works by recreating a portion of a natural food web or ecosystem. Mussels and kelp grow by filtering and absorbing organic materiel and nutrients from the water, and so reduce the level of pollution associated with adjacent salmon pens. The growth rate of these commercially important species is enhanced when grown alongside fish pens, so fish farmers’ profits could also increase.

Most research to date has focused on mussels and kelp, however there is potential for a number of other species to be produced in this way, including sea urchins, sea cucumbers and scallops. As public awareness of the potentially harmful consequences of aquaculture increases, IMTA offers a way for fish farms to improve their environmental credentials and profit margins simultaneously.

Image of giant kelp courtesy of NOAA

Read more:
University of New Brunswick
Telegraph-Journal
Global Aquaculture Advocate

source: SeaWeb

________________

A IMPORTÂNCIA DO “KELP”

MAIS SOBRE AS LAMINÀRIAS E COMO PODE COLABORAR A MANTER VIVAS AS FLORESTAS DE LAMINÀRIAS:


NAAUP apoia o Projecto FINDKELP

Archives by Category

Archives by Month

%d bloggers like this: